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Importação marítima ou importação aérea: qual a melhor para sua empresa?

 

Importação marítima ou importação aérea? Qual a mais vantajosa para a sua empresa? O impulso da maioria das pessoas é responder: a aérea. Visto que todos pensam principalmente na velocidade do transporte e ignoram os outros fatores envolvidos, a ansiedade pela chegada de um produto é sempre grande. Porém, para as empresas cada detalhe importa, avaliar todos os fatores envolvidos é fundamental para ter o melhor transporte por o melhor custo possível.

Quando o assunto é importação, é importante lembrar que existem vários serviços envolvidos, como por exemplo: corretagem de câmbio, transporte internacional, agenciamento de carga, armazenagem em terminais de cargas, comissária de despachos ou despachantes aduaneiros, transporte nacional, órgãos públicos, entre outros.

Os fretes aéreos são comercializados por quilo, ou seja, é cobrada uma taxa por “kg” de mercadoria embarcada. Além disso, este modal possui algumas restrições quanto ao tipo de produto que pode ser embarcado. Os especialistas indicam a importação aérea para produtos mais leves, menos volumosos e que sejam mais frágeis/delicados. Já o frete marítimo é mais indicado para cargas que sejam muito pesadas ou volumosas e que não sejam frágeis, pois é comercializado em toneladas ou metragem cúbica. Assim, por mais que o tempo de trânsito seja algo significativo, o tipo e a quantidade de mercadoria que serão transportados, precisam ser avaliados.

 

 

Em aeroportos e portos, a armazenagem de produtos é cobrada por períodos e normalmente tem como base de cálculo o valor CIF da mercadoria e o peso desta. O valor CIF da mercadoria a ser considerado, geralmente, é o que consta na Declaração de Importação. No entanto, existem “serviços adicionais” nos terminais portuários que são cobrados em função do peso ou volume da carga (o que for maior), como: Handling In, Handling Out; e há taxas fixas para determinados serviços como: Cadastramento de BL, Inspeção não invasiva por Scanner, Presença de Carga, etc. No caso da armazenagem aérea, as mercadorias que chegam nos aeroportos vão para o Terminal de Cargas dentro do próprio aeroporto. A tabela aplicada é definida pela ANAC. É possível, nos dois casos, fazer a simulação dos valores que o terminal irá cobrar pela estadia.

A Receita Federal não cobra por liberação, tanto faz ser aérea ou marítima, são recolhidos, apenas, os tributos devidos na importação como II, IPI, PIS, COFINS, TAXA SISCOMEX, ICMS, etc. Em relação a esses, não há diferenciação entre importação aérea e marítima, porém no modal marítima há algumas taxas a mais que no aéreo, como por exemplo o AFRMM (Adicional ao frete para renovação da marinha mercante). Após a receita, outro fator que pode interferir na decisão é como a mercadoria importada será transportada até o seu destinatário, considerando que a maioria dos portos são mais distantes, o frete rodoviário será maior nestes casos.

Antes de decidirem pelo transporte aéreo ou marítimo, analise todos os fatores envolvidos, é possível fazer uma estimativa de toda operação, basta ter em mãos as informações completas da mercadoria. A escolha do modal de importação, aéreo ou marítimo, não deve ser feita levando em conta apenas o tempo de trânsito envolvido, mas também o tipo e quantidade de material. Algumas vezes não existe a possibilidade de “escolha” propriamente dita, e sim uma única opção devido às características da mercadoria importada.

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