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Exportação
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Conheça o passo a passo da importação e exportação aérea

Muitos empresários têm vontade de expandir suas operações ou a distribuição de seus produtos a outros territórios, porém sentem-se inseguros quanto aos processos de importação e exportação, achando que se trata de algo altamente burocrático e custoso.

O fato é que apesar de ter que lidar com um pouco de burocracia, basta ter organização e planejamento para realizar esses trâmites com segurança e sucesso. Portanto, as empresas que optam por importar ou exportar produtos ou insumos apresentam uma grande vantagem competitiva no mercado.

Uma das formas mais rápidas de importar e exportar mercadorias é por meio do transporte aéreo, que é o mais indicado para quem prioriza a velocidade do transporte da carga, desde que ela seja compatível com esse modal.

Está pensando em trabalhar com importação e exportação aérea e quer entender melhor como funcionam esses processos? Continue lendo este artigo!

Passo a passo da importação aérea

O processo de importação aérea é bastante amplo, mas resumimos as etapas para ajudá-lo na visualização e entendimento dele. Confira!

Recebimento

Antes da chegada do avião, as companhias aéreas devem informar à Infraero quais são as características da carga, para que o recebimento seja preparado da maneira correta e com os equipamentos adequados.

Durante a etapa de recebimento, a carga é conferida, pesada, descarregada, despaletizada (quando a carga é separada na presença de um representante da companhia aérea e verificada para saber se suas características estão de acordo com o mencionado no Siscomex-Mantra) e tem seu recebimento registrado no Siscomex-Mantra.

Armazenagem

Após o recebimento, a carga vai para o processo de armazenagem, sendo direcionada a diferentes setores, de acordo com sua natureza e características, como peso, forma, embalagem e tamanho. Ela pode ir para pátios, armazéns, frigoríficos ou terminais.

Conferência aduaneira

Neste momento, o representante legal da carga, que pode ser o próprio importador ou seu despachante aduaneiro, deve se fazer presente ao local para verificar sua situação. E, caso não haja nenhum tipo de problema legal ou avarias que devam ser investigadas, inicia-se o processo de liberação da mercadoria.

Liberação

Iniciado com a entrega e o registro de documentos previstos por lei, o trâmite de liberação passa por uma análise fiscal realizada pela Receita Federal do Brasil, que pode ou não solicitar a conferência documental e/ou física da mercadoria, dependendo do canal de verificação que ela seja disposta.

Para que a carga seja nacionalizada e finalmente possa ser retirada pelo importador ou seu responsável legal, a entrega do extrato do documento liberatório e mais alguns documentos e comprovantes são imprescindíveis.

Caso a carga seja considerada ilegal, imprópria ou abandonada pelo importador, ela será redirecionada para leilão, destruição, incorporação ou doação. Cada situação apresenta uma tratativa diferente.

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exportação aérea segue o mesmo fluxo que o processo de importação, porém algumas etapas dentro dela são diferentes, conforme explicamos abaixo. Veja!

Recebimento

Após o exportador escolher a companhia aérea responsável pela operação e ter toda a documentação necessária, a carga deve ser recebida pela Infraero, que fará a sua verificação física conferindo embalagem, peso e possíveis avarias, dentre outros itens.

Depois disso, as informações sobre a mercadoria são registradas no sistema Tecaplus, resultando na emissão do Documento de Arrecadação de Exportação – DAE.

Neste momento, o exportador ou seu representante legal deve realizar o pagamento do documento e obter a Declaração de Exportação – DDE ou Declaração Simplificada de Exportação – DSE, emitidas pela Receita Federal.

Com a entrega dessa documentação à Infraero, ela mesma insere o registro da mercadoria no sistema Siscomex, podendo dar andamento ao processo.

Armazenagem

Após a verificação da carga e sua classificação, ela vai para o espaço de armazenagem mais adequado para o seu perfil, enquanto aguarda a retirada pela companhia aérea ou pela Receita Federal para conferência aduaneira.

As classificações disponíveis são: carga normal, carga viva, carga valiosa, carga perecível, carga perigosa, carga courier ou carga trânsito.

Conferência aduaneira

A documentação completa deve ser apresentada pelo exportador ou seu representante ao agente da Receita Federal, que após análise irá definir o canal de verificação, que pode ou não solicitar conferência fiscal e/ou documental da mercadoria.

Expedição

Após a etapa da conferência aduaneira concluída e sem apresentar problemas, a companhia aérea deve apresentar seus documentos à Infraero para validação no sistema Siscomex.

Com a confirmação, a carga já pode ser entregue à companhia, que fará a paletização das mercadorias e a acomodação na aeronave. Para finalizar, o embarque será permitido após o registro dos dados no sistema Siscomex e a emissão do Comprovante de Exportação – CE, que deve ser solicitado pela companhia transportadora.

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