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Nossas Dicas
Marítimo

Você sabe o que é cabotagem? Conheça mais sobre essa alternativa de transporte de cargas

Precisou fazer o transporte de cargas dentro do país, se deparou com o termo cabotagem e não faz ideia de como funciona esse modal? Esse é o lugar certo para esclarecer as suas principais dúvidas e determinar se essa é a opção correta para os seus negócios.

No Brasil, apesar de registrar crescimento nos últimos anos e do enorme potencial estratégico, a cabotagem não é um modal muito popular, perdendo espaço para o transporte rodoviário, que ainda é o mais utilizado. Existem diversas vantagens que ela pode proporcionar para a cadeia logística, incluindo a redução de custos com transporte, baixo teor de emissão de poluentes, capacidade ampla de carga e segurança.

 

Como funciona a cabotagem?

A cabotagem é o movimento de cargas nacionais ao longo da costa marítima entre os portos locais, podendo ainda abranger percursos que incluem trechos de rios ou lagos. É uma alternativa vantajosa, tendo em vista a extensão da costa brasileira e sua grande bacia hidrográfica, além de ser uma alternativa estratégica para descentralização da logística nacional.

Este modal é utilizado, frequentemente, para o escoamento de cargas granéis sólidas e líquidas como madeira para indústrias de celulose, suprimentos para industrias químicas e até mesmo para o deslocamento de petróleo e derivados, para alívio das plataformas ou movimentação de combustíveis entre regiões.

 

Quais os benefícios da cabotagem?

Ao optar por esse modal, as empresas podem se beneficiar em diversos quesitos:

 

Redução de custos

Reduzir custos com a operação logística está entre os principais objetivos de diversas organizações e com a cabotagem, isso é possível. De acordo com estimativas do mercado, a navegação de cabotagem custa até 30% menos que o transporte rodoviário, seu principal concorrente. Porém, reconhecido por ser mais burocrático, devido aos processos de desembaraço e liberação de carga, este modal possui prazos de entrega maiores e não é o ideal em casos de urgência.

Organizar os seus processos para uma folga maior de tempo nos prazos de entrega pode ser uma alternativa para apostar na cabotagem.

 

Maior segurança

Longe das estradas, onde os índices de furto e roubos de carga são maiores, os seus produtos estarão mais seguros. Assim, as empresas conseguem economizar, novamente, reduzindo prejuízos com esse tipo de ação, principalmente relacionados ao reenvio de novos itens.

Mas não se esqueça que o seguro de carga ainda continua indispensável e nesse caso, mais barato!

 

Capacidade de carga

Realizada através de navios com boa disponibilidade de espaço, a navegação cabotagem é o modal ideal para o transporte de grandes volumes, mais uma vez superando o seu principal concorrente, já que o modal rodoviário possui capacidade de carga limitada. Tal benefício é o principal responsável pela economia em escala nos envios via cabotagem.

 

Impacto ambiental

Se a sua empresa prioriza a sustentabilidade e prefere investir em soluções com menor impacto negativo no meio ambiente, a cabotagem pode ser a alternativa tão procurada. Ao ser comparada com outros modais de transporte, como o rodoviário e o ferroviário, por exemplo, a cabotagem é a que gera uma das menores taxas de emissão de poluentes na atmosfera.

 

Cabotagem no Brasil tem grande potencial

Com uma costa navegável de cerca de 8 mil quilômetros mais 42 mil quilômetros de vias com potencial de navegação entre rios e lagos, o Brasil possui a geografia ideal para a navegação de cabotagem, sendo possível o transporte de uma carga de um extremo a outro por esse modal. 

Além disso, com maior investimento na cabotagem no Brasil, as rodovias tão sobrecarregadas teriam redução de movimento e consequentemente, menor necessidade de investimentos públicos na manutenção das vias e na segurança de motoristas e pedestres.

A cabotagem pode ser uma excelente alternativa para a sua empresa, assim como outros modais. Em nosso blog, você confere muito mais conteúdo como esse para te ajudar na decisão, não perca tempo!

 

Consolidação de Cargas

Carga fracionada x carga completa: saiba como funciona cada uma delas

Chegou a hora de importar ou exportar e na hora da negociação do contrato logístico, o seu agente de carga questiona se será carga fracionada ou completa, o que você responde? Não faz ideia do que seja? Não se preocupe, o mercado de logística é repleto de termos técnicos e não saber algum deles é totalmente compreensível. 

Esses são serviços essenciais para o setor logístico e influenciam em diversos pontos na negociação de contratos, conhecer ambas modalidades e escolher a opção ideal para sua carga garantirá benefícios como redução de custos, o aumento da qualidade do transporte e a satisfação dos clientes. 

 

Mas qual a diferença entre essas duas soluções?

O que é carga fracionada?

A carga fracionada – também conhecida como carga consolidada – é caracterizada pelo compartilhamento de espaço, envio de volumes menores e rotas estrategicamente otimizadas para atender diversos clientes. Nesta solução, os agentes de carga realizam a consolidação dos produtos, aproveitando melhor a capacidade dos modais e otimizando os custos, que serão compartilhados entre todas as empresas que contrataram o serviço com o mesmo destino, por exemplo. Ou seja, com o serviço de carga fracionada, paga-se apenas pelo espaço que é usado, evitando gastos excessivos, perda de espaço e desperdícios, para quem ainda não entendeu.

 

O que é carga completa?

A carga completa — também conhecida como carga lotação e carga fechada – é o oposto da carga fracionada. Nessa solução, uma única empresa fecha o transporte de suas mercadorias, arca com todos os custos do contêiner, caminhão etc. e tem rotas e prazos personalizados de acordo com a sua necessidade. É uma opção nos casos de grande volume transportado, quando os custos de manuseio e movimentação da carga não são interessantes, restrições do cliente em relação ao compartilhamento do veículo e/ou urgência na entrega, visto que na carga fracionada é preciso esperar a consolidação para o envio.

 

Carga fracionada x carga completa: quais as diferenças?

Apesar de processos e benefícios diversos, não há uma solução melhor do que a outra, a decisão fica por conta do tipo e volume de carga, necessidade da empresa, prazo de entrega, rota e outras variáveis.

 

Rota e tempo de entrega

Ao optar pela carga completa, a empresa contrata uma rota fixa, nas quais os produtos seguem direto ao destino final, sem intermediações ou interrupções. Já na carga fracionada, no cálculo da rota será compreendido todos os pontos de atendimento, além da disponibilidade de alguns destinos, o que pode aumentar o tempo de entrega dos produtos.  Porém, ao contratar agentes de carga já consolidados no mercado, esse problema é pouco provável pela ampla diversidade de rotas estratégicas disponíveis. 

 

Custo

Ao falarmos sobre o setor de logística, não restam dúvidas de que o transporte representa um de seus maiores custos. Assim, a partir do instante em que você pode enviar seus produtos para qualquer lugar do mundo, pagando apenas pelo espaço e peso correspondente, naturalmente, o frete se torna mais atrativo. Porém, o cálculo dos custos tanto em carga fracionada, quanto na carga completa não é algo previsível, visto que depende de diversos fatores como a natureza dos produtos e as necessidades dos clientes.

 

Porte da empresa e tipo de produto

No geral, a carga completa oferece mais vantagens para envio de grandes volumes. A fracionada, por outro lado, é melhor para quem distribui ou importa insumos menores ou em pouca quantidade. No entanto, ambos modelos podem se adaptar aos diversos tipos de negócio, basta um planejamento logístico correto que beneficie a empresa e ajude a alcançar as metas. Encontrar uma empresa integradora logística que lhe auxilie nesses processos é o mais adequado.

Importante! Esse formato pode ser feito em todos os tipos de modais, seja marítimo, aéreo, rodoviário ou ferroviário.

 

Quer mais dicas de logística para a sua empresa? Acompanhe o nosso blog!

 

 

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Brasil
Inteligencia Fiscal e Tributaria

Regime ex-tarifário reduz impostos de importação a 0%

Os processos de importação em um país burocrático como o Brasil não é fácil e gera diversas dúvidas. O regime de ex-tarifário, por exemplo, apesar de já vigorar há certo tempo é desconhecido por alguns ou causa confusões sobre os requisitos para usufruir deste benefício e as vantagens que ele pode oferecer às empresas, além da redução dos custos em impostos.

O regime de ex-tarifário consiste na redução temporária da alíquota do imposto de importação de bens de capital (BK), de informática e telecomunicação (BIT), com objetivo de incentivar as empresas importadoras na inovação e torná-las mais competitivas, contribuindo com o desenvolvimento econômico do país.  Atualmente, os produtos que se adequam nesse regime têm os impostos reduzidos a 0% (zero). Fora dele, as importações de bens de capital têm incidência de 14% de Imposto de Importação e, os bens de informática e telecomunicação, 16%.

Apesar de haver possibilidade de redução de alíquota para qualquer produto produzido em outros países, há a restrição de que não haja produção no mercado nacional, além de outros critérios definidos conforme Portaria ME NR 309/19.

Para obter o benefício é necessário encaminhar um pleito a Secretaria de Desenvolvimento e Competitividade Industrial (SDCI), do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, e posteriormente, este será analisado pela divisão de Ex-Tarifário e será  remetido ao processo de consulta pública, para que empresas nacionais produtoras dos BK e/ou BIT listados não percam oportunidade atender a essas demandas, uma forma de proteger o mercado interno. O resultado final será analisado pelo Comitê-Executivo de Gestão (GECEX) e divulgado pela CAMEX (Câmara de Comércio Exterior).

De acordo com a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina, o ex-tarifário possui outros benefícios além da redução de custos para o importador.  “Esse regime não é só para beneficiar as empresas importadoras, ele foi criado para aumentar a competitividade das indústrias brasileiras, incentivar o crescimento do investimento em inovação das empresas, geração de renda e emprego no país e, é claro, com custo menor de produção, as empresas podem comercializar os seus produtos com valores menores”, explica.

Artigo publicado originalmente no Mundo do Marketing.


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Brasil
Nossas Dicas
Controladoria e Compliance

Taxa do SISCOMEX e a inconstitucionalidade do aumento

A Taxa de Utilização do Sistema Integrado de Comércio Exterior – SISCOMEX, administrada pela Secretaria da Receita Federal, foi instituída pela Lei nº 9.716, de 26 de novembro de 1998. A taxa foi instituída com um valor fixo pela declaração (R$ 30,00), adicionados valores conforme a quantidade de adições, isto é de diferentes produtos e tratamentos, conforme regras estipuladas pela Receita Federal.

Esta “tabela” vinha vigorando até que em 2011, o Ministério da Fazenda, através a Portaria 257/11, reajustou a taxa do Siscomex, em mais de 500%, contudo,  desconsiderando nesta ocasião, qualquer índice oficial de correção monetária.

Com tal aumento, iniciou por parte das empresas importadoras um movimento de discussão judicial e desde então os tribunais já vinham se posicionando de forma favorável aos contribuintes.

Recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu enfim, de forma definitiva o assunto: “foi inconstitucional o aumento da taxa do SISCOMEX”, isto é, o Ministério da Fazenda, deve considerar o índice oficial de correção monetária, como o INPC-Índica Nacional de Preços ao Consumidor.

Vitória parcial dos importadores. Parcial porque a legislação não alterou até a presente data e para gozar do direito oferecido por decisão as empresas necessitam entrar no judiciário, o que permitirá inclusive, a revisão de valores pagos à maior nos últimos 05 anos.

A Tese é pacífica, tanto que conforme Nota SEI nº 73/2018/CRJ/PGACET/PGFN-MF, a Procuradora Geral da Fazenda tem orientação de “dispensa de contestação”, isto é, de nem recorrer.

De acordo com Alexandro Ferreira, Gerente de Compliance e responsável pela unidade de negócios inteligência fiscal e tributária, na Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina, “trata-se de uma importante oportunidade para as empresas reaverem valores pagos à maior, devidamente atualizados em especial, em um momento difíceis como estes”.

A Asia Shipping está à disposição para sanar eventuais dúvidas sobre a Taxa do SISCOMEX.

 

 

 


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Mundo

Com 195 mil contêineres movimentados, Asia Shipping está novamente no 50 Top Ocean Freight Forwarders

A Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina e referência no transporte internacional de cargas, está mais uma vez está no ranking “50 Top Ocean Freight Forwarders” do jornal americano Transport Topics. A única empresa latino-americana entre as 50 maiores do mundo, a AS conquistou a sua 6º indicação na categoria transporte marítimo ao movimentar 195 mil contêineres por água internacionais durante o ano de 2019, o que garantiu a empresa a 47ª posição.

O “Top 50 Logistic Companies” do Transport Topics, em parceria com a Armstrong and Associates, classifica, com base na receita líquida anual, as maiores empresas de logística do mundo. O ranking ainda possui categorias como Transporte Marítimo, Aéreo, Dedicado, Armazenagem refrigerada, Armazenagem Seca e Corretora de mercadorias. Além desta pesquisa, o jornal Transport Topics publica regularmente ainda as TOP 100 empresas de transporte dos EUA e Canadá, as TOP 100 entre as Freight forwarders de alimentos da América do Norte, entre outros.

“Estamos há 24 anos no mercado, nascemos na América Latina, onde a maioria dos nossos esforços e investimentos estão concentrados. Com investimentos constantes em tecnologia e treinamento, temos orgulho de ter construído uma empresa focada na inovação com modelos operacionais que atendem as características e demandas do nosso mercado. Não se faz nada sozinho, não teríamos conseguido sem um time dedicado e competente, um dos grandes valores de nossa organização”, explica Alexandre Pimenta, CEO da Asia Shipping.

Atualmente, a Asia Shipping conta com mais de 1000 colaboradores, 38 escritórios próprios em 11 países e uma rede completa de representantes nos cinco continentes, desenvolvendo soluções de logística integrada adequada aos mais diversos negócios. No momento atual da pandemia, a empresa tem atendido as empresas brasileiras com alternativas de rotas e charters exclusivos em busca de manter nosso país abastecido e amenizar os impactos da COVID-19.

 

Artigo veiculado originalmente no Portal Terra

 

 

 


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Mundo

OMC faz previsões sobre cenário econômico durante e pós-pandemia de COVID-19

Com uma crise sanitária sem precedentes e a incerteza em torno do impacto econômico, economistas da OMC tentam buscar previsões para o restante deste ano e para o próximo diante da pandemia de COVID-19. De acordo com eles, o declínio econômico provavelmente será maior do que o provocado pela crise financeira global de 2008-2009. A recuperação esperada para 2021 é igualmente incerta, com os resultados dependendo amplamente da duração do surto e da eficácia das respostas políticas.

A queda de comércio global afeta diferentes setores, inclusive o logístico. Segundo Maurício Vaz, Global Account Manager na Asia Shipping, já é possível ver reflexos claros no transporte via modal aéreo que foi reduzido em cerca de 90% enquanto o modal marítimo está sentindo os primeiros impactos.  “Com uma queda do comércio global estimada entre 13% em um cenário otimista e 32% em uma mais pessimista, devemos ficar em uma média. O mercado já estava desacelerando em 2019 na América Latina e estamos em uma das regiões que vai demorar mais para se recuperar, pois ainda não entrou no pico da pandemia de COVID-19”, explica.

Como afirmado pelo executivo, o comércio já estava diminuindo em 2019 antes do surgimento dos primeiros casos do vírus, sobrecarregado pelas tensões comerciais e pela desaceleração do crescimento econômico. O comércio mundial de mercadorias registrou uma ligeira queda no ano de -0,1% em termos de volume, depois de crescer 2,9% no ano anterior. Enquanto isso, o valor em dólar das exportações mundiais de mercadorias em 2019 caiu 3%, para US $ 18,89 trilhões.

Em 2020, o impacto do surto de COVID-19 no comércio internacional ainda não é visível na maioria dos dados do comércio, mas alguns indicadores já fornecem pistas sobre a extensão da desaceleração e como ela se compara às crises anteriores. O PMI (índice de compras) global do JP Morgan para março mostrou pedidos de exportação em manufatura caindo para 43,3 em relação a um valor de linha de base de 50, e o negócio de exportação de novos serviços caindo para 35,5, sugerindo uma forte desaceleração.

Diferentes de outras crises econômicas históricas, as restrições ao movimento e o distanciamento social para retardar a propagação da doença afetam diretamente setores inteiros, incluindo hotéis, restaurantes, comércio não essencial, turismo e partes significativas da manufatura. “O objetivo imediato é controlar a pandemia e reduzir os danos econômicos a pessoas, empresas e países. Mas governantes devem começar a planejar as consequências da pandemia. Há como contornar isso, uma recuperação rápida e vigorosa é possível, porém as decisões tomadas agora determinarão as perspectivas de recuperação e crescimento global”, afirma o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo.

Se a pandemia for controlada e o comércio começar a se expandir novamente, a maioria das regiões poderá registrar crescimento em 2021, de acordo com a OMC essa retomada seria em torno de 21% no cenário otimista e 24% no cenário pessimista. 

“A recuperação em 2021 será muito forte, as empresas que tiverem ofertas seguras e confiáveis em todos os mercados, vão ter condições de atender a essa retomada. Como uma empresa multinacional, a Asia Shipping está posicionada nos principais mercados e temos soluções logísticas globais e expertise para guiar os nossos clientes. Em países que já estão retomando as atividades como a China, temos diversos escritórios prontos para dar o suporte necessário”, finaliza Maurício.

 

Artigo postado originalmente no Portal Terra


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Brasil
Aéreo

Apesar das dificuldades da pandemia, transporte aéreo no Brasil se mantém ativo

Como outros setores econômicos, o transporte aéreo vive fases de incertezas e algumas mudanças foram necessárias para manter a continuidade das atividades e funcionamento de áreas que dependem de suprimentos. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), as companhias aéreas estão operando uma malha de voos essencial para manter o país conectado e em funcionamento, principalmente, para garantir a logística de medicamentos e equipamentos fundamentais para o combate à pandemia.

A oferta semanal de voos domésticos no Brasil despencou de 14.781 para apenas 1.241 desde o fim de março. Com a queda na demanda e as medidas contra a pandemia do novo coronavírus, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) conseguiu acordo com as três principais companhias aéreas e formatou uma nova malha aérea em 46 localidades brasileiras. De acordo com Suemi Sumikawa, Consultora Comercial do Aéreo Doméstico da Asia Shipping, o cenário é incerto, mas não deixa de ser inovador, as empresas operam apenas com 10% de sua capacidade total de voo. “Porém as companhias estão adotando medidas para ampliar sua capacidade de cargas para destinos estratégicos do país. Saídas de Guarulhos com destino a Belém, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Porto Alegre são frequentes”, exemplifica.

Para continuar movimentando o setor, alternativas são criadas. Recentemente, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou o transporte exclusivo de carga na cabine de passageiros. Com a decisão, as empresas aéreas poderão solicitar esse tipo de operação e maximizar sua capacidade de entrega contínua de produtos e insumos essenciais nesse momento de pandemia, como alimentos, suprimentos médicos e equipamentos de proteção individual (EPI), além de outros produtos hospitalares.

Para auxiliar os seus clientes a enfrentar a pandemia sem prejuízo às operações, a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina, está atuando diretamente com as empresas áreas, auxiliando o abastecimento do país e fazendo de tudo para que o Brasil não pare. “Além de manter um contato constante com as companhias aéreas, o que facilita a reserva de espaços junto às aeronaves, nós oferecemos aos clientes alternativas para continuar operando com o serviço de Rodo-aéreo, no qual levamos a carga pelo modal aéreo até o aeroporto em funcionamento mais próximo e transportamos pelo modal rodoviário até o destino final, agilizando a entrega”, explica Suemi.

Embora seja impossível prever o futuro do setor aéreo e o tamanho dos impactos da crise causada pela pandemia do novo coronavírus, os especialistas acreditam que, sim, haverá uma retomada nas viagens por avião. “Aqui na Asia Shipping, os novos esforços são todos focados em manter os negócios de nossos clientes funcionando, o nosso país não pode parar e como uma multinacional brasileira, essa é a nossa principal meta e esperança”, finaliza Suemi.

 

 


 

 

Artigo veiculado originalmente no Portal Terra 

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Recursos Humanos

Home office é alternativa para empresas não pararem durante o distanciamento social

Diante da pandemia de COVID-19, o home office se tornou essencial para diversas empresas, uma forma de continuar com as atividades sem expor seus colaboradores e familiares a possíveis contaminações e respeitar o distanciamento social imposto pelos governantes locais. A necessidade desse novo regime de trabalho quebrou barreiras em diversas corporações e setores que acreditavam que a modalidade não funcionaria na prática.

O setor de comércio exterior, por exemplo, tradicional pela burocracia e quantidade de documentos físicos ainda utilizados por armadores, Receita Federal, companhias aéreas e outras, resistia às mudanças e impunha algumas barreiras a transformação digital do ambiente de trabalho. “A dinâmica do serviço em comércio exterior ainda é bem dependente de mais agentes para dar sequência em processos. Porém com sistema de liberação da assinatura eletrônica começamos a substituir o recebimento do documento original, apesar da resistência de alguns armadores”, afirma Maria Paula, analista de importação na Asia Shipping, maior integradora da América Latina, que desde meados de março opera 100% via home office.

Adaptando-se à nova realidade, a Asia Shipping disponibilizou equipamentos, treinamentos e acompanha diariamente seus colaboradores. “A empresa está dando todo suporte neste momento. Poder levar minha própria máquina para casa foi essencial, sinto-me no próprio escritório. As mensagens positivas no dia a dia ajudam também. Eu serei eternamente grata a Asia Shipping por me manter segura e, indiretamente, minha mãe segura também. Isso não tem preço”, explica Elizabete Viana Carvalho, Auxiliar Operacional.

Quanto a adaptação à nova forma de trabalho, muito colaboradores se surpreenderam ao ver que o home office é sim possível. De acordo com Sérgio Bueno, Controller na empresa, as ferramentas de tecnologia atuais demonstram não ser necessária a presença física em um mesmo recinto para que decisões estratégicas sejam tomadas. Para alguns deles, até a melhora é possível ser notada. “É a primeira vez que passo por isso, e sinto que mesmo em home office, a empresa está disponível da mesma forma, como meus colegas de trabalho também. Minha rotina melhorou e minha qualidade de vida também”, conta Ana Letícia Carvalho, Sales Support na Asia Shipping.

Preocupação da maioria das empresas, a disciplina e foco no trabalho tem se mantido ou ainda superado as expectativas durante o home office em alguns casos. Segundo Meire Fonseca, colaboradora do setor de Customer Service foi quebrada a barreira que os colaboradores poderiam não se dedicar tanto quanto trabalhando presencialmente. “O que aconteceu foi totalmente o inverso, tenho percebido uma dedicação muito maior por parte da grande maioria dos meus colegas”, declara.

Em relação a continuar com essa modalidade de trabalho após a quarentena, os colaboradores se mostraram abertos, porém sugerindo equilíbrio entre o tempo in loco e home office. “Conseguimos manter a rotina em casa e, em contrapartida, reduzir custos para empresa. Mas julgo importante o contato com a equipe também. Creio que há possibilidades de dosar, equilibrar essa questão, afirma Estefane Cenzi, Logistics Consultant.

“A Asia Shipping é acima de tudo uma empresa humanitária, que percebe que quanto mais o colaborador se sente à vontade mais ele devolve como gratidão um desempenho melhor na sua produtividade. Aos poucos as nossas habilidades serão aprimoradas nessa nova prática, havendo esse equilíbrio mútuo entre colaborador e empresa, finaliza Monick Marialva, Analista de Processos na Asia Shipping.

 

Matéria veiculada originalmente no Mundo do Marketing

 

 

 


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Lista de produtos farmacêuticos com alíquota zero para importação já ultrapassa 100 itens

Assim como em todo o mundo, o COVID-19 se espalha pelo Brasil e na tentativa de amenizar os impactos na saúde e economia, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia zerou as tarifas de importação de mais 61 produtos farmacêuticos e médico-hospitalares utilizados no combate à COVID-19. Durante a mesma reunião, feita virtualmente, o órgão decidiu a suspensão temporária dos direitos antidumping aplicados às importações brasileiras de seringas descartáveis e de tubos de plástico para coleta de sangue, também pensando na pandemia mundial e pelo interesse público.

Há poucos dias, itens como luvas médico-hospitalares, álcool em gel, máscaras, termômetros clínicos, roupas de proteção contra agentes infectantes, óculos de segurança e equipamentos respiradores, dentre outros, já tiveram a alíquota zerada. Os itens que antes eram 50, chegam a 111 até o momento e se manterão nessa tributação até 30 de setembro de 2020.

A redução a zero das alíquotas agora inclui kits para testes de coronavírus, equipamentos e aparelhos médico-hospitalares, e drogas como cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e imunoglobulina. Também são relacionados, dentre outros, itens como álcool etílico, cloreto de sódio puro, oxigênio e dióxido de carbono medicinais; gaze, água oxigenada, lençóis de papel, luvas de proteção, esterilizadores e agulhas; equipamentos de oxigenação e de intubação, aparelhos de respiração artificial, termômetros, instrumentos e aparelhos para diagnóstico.

A suspensão dos direitos antidumping aplicados às importações de seringas descartáveis de uso geral, de plástico, com capacidade de 1 ml, 3 ml, 5 ml, 10 ml ou 20 ml, com ou sem agulhas, originárias da China, e às importações brasileiras de tubos de plástico para coleta de sangue a vácuo, originários da Alemanha, China, Estados Unidos e Reino Unido também serão aplicados até o final de setembro.

De acordo com a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina, os produtos da nova lista de alíquota zero tinham tarifas de importação de até 35%, maior nível tarifário aplicado pelo Brasil para bens industriais. “Com essas alterações, a compra de itens farmacêuticos custará menos as empresas, governo e consumidor final. Auxiliando na contenção e tratamento do COVID-19 no país”, explica.

“Além disso, atualmente diversas companhias aéreas cortaram voos internacionais de passageiros e, portanto, a mercadoria que seria transportada naquele voo de passageiro não tem mais espaço, restando embarcar em voos cargueiros. Como a demanda de transporte de produtos da saúde só aumenta, os fretes tem aumentado consecutiva e diariamente. Portanto essa medida alivia parte dos custos do importador que tem sofrido com aumentos no campo da logística, finaliza Fernando Piza, Key Account do serviço de Pharma & Healthcare na Asia Shipping.

 

 

 


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Brasil
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Comércio global é prejudicado e tem perspectivas ruins após surto de COVID-19

O surto da COVID-19 em diversos países não é apenas uma crise global da saúde, mas afeta também o comércio e a economia global. O impacto é cada vez maior, visto que a doença chega em novas regiões, e será sentido no curto e no longo prazo. Todos os setores da sociedade foram afetados pelo surto – incluindo a comunidade empresarial internacional. A instabilidade cambial e as incertezas quanto à trajetória da economia global criam um ambiente desfavorável para o comércio exterior.

A epidemia do COVID-19 se tornou uma pandemia e as projeções mais pessimistas são de queda no comércio mundial. A queda de produção e paralisação na China, maior fornecedora nas principais cadeias globais, causou grande redução na demanda mundial. E com o avanço do COVID-19, nenhuma nação está imune aos efeitos negativos da crise. No Brasil, foi percebido redução de importação de produtos chineses em alguns setores como tecnologia, peças para veículos, circuitos integrados, entre outros.

As previsões sobre os efeitos e a duração da pandemia do COVID-19 não são consensuais. Com diminuição no número de casos, alguns consideram que a China irá se recuperar no segundo semestre, outros que os efeitos podem levar a uma nova recessão global, já que outros países estão em situação de emergência e em quarentena. No Brasil, as reformas legislativas que prometiam uma recuperação comercial estão em espera e as turbulências políticas afetam a trajetória cambial, com o dólar batendo recordes diariamente. No momento não há sinais positivos no comércio mundial.

Diante de algumas medidas para incentivar a economia perante a crise do Covid-19, a Camex (Câmara de Comércio Exterior) decidiu zerar as alíquotas de 50 produtos de uso médico-hospitalar até o final de 2020. O benefício inclui produtos como álcool em gel, máscaras cirúrgicas e respiratórios de reanimação. A lista, elaborada diante das necessidades atuais do país, abrange produtos que tiveram importações de aproximadamente US$ 1,3 bilhão (R$ 6,65 bilhões) em 2019. Alguns produtos, como luvas médico-hospitalares, eram tributados a alíquotas que chegavam a 35%. A liberação dessas mercadorias pela alfândega para a entrada no país também foi facilitada.

A maior integradora logística da América Latina, Asia Shipping , diante da pandemia do COVID-19, está trabalhando em regime de contingência e parcialmente via home office, porém pronta para o atendimento aos clientes para receber documentações e liberações de cargas, além de monitorar de perto a situação de parceiros como os armadores.  “Nosso objetivo principal é lidar com prudência diante da situação atual, ao mesmo tempo estarmos preparados para possíveis emergências”, afirma a empresa que tomou medidas em todas suas filiais pelo mundo.