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Lista de produtos farmacêuticos com alíquota zero para importação já ultrapassa 100 itens

Assim como em todo o mundo, o COVID-19 se espalha pelo Brasil e na tentativa de amenizar os impactos na saúde e economia, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia zerou as tarifas de importação de mais 61 produtos farmacêuticos e médico-hospitalares utilizados no combate à COVID-19. Durante a mesma reunião, feita virtualmente, o órgão decidiu a suspensão temporária dos direitos antidumping aplicados às importações brasileiras de seringas descartáveis e de tubos de plástico para coleta de sangue, também pensando na pandemia mundial e pelo interesse público.

Há poucos dias, itens como luvas médico-hospitalares, álcool em gel, máscaras, termômetros clínicos, roupas de proteção contra agentes infectantes, óculos de segurança e equipamentos respiradores, dentre outros, já tiveram a alíquota zerada. Os itens que antes eram 50, chegam a 111 até o momento e se manterão nessa tributação até 30 de setembro de 2020.

A redução a zero das alíquotas agora inclui kits para testes de coronavírus, equipamentos e aparelhos médico-hospitalares, e drogas como cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e imunoglobulina. Também são relacionados, dentre outros, itens como álcool etílico, cloreto de sódio puro, oxigênio e dióxido de carbono medicinais; gaze, água oxigenada, lençóis de papel, luvas de proteção, esterilizadores e agulhas; equipamentos de oxigenação e de intubação, aparelhos de respiração artificial, termômetros, instrumentos e aparelhos para diagnóstico.

A suspensão dos direitos antidumping aplicados às importações de seringas descartáveis de uso geral, de plástico, com capacidade de 1 ml, 3 ml, 5 ml, 10 ml ou 20 ml, com ou sem agulhas, originárias da China, e às importações brasileiras de tubos de plástico para coleta de sangue a vácuo, originários da Alemanha, China, Estados Unidos e Reino Unido também serão aplicados até o final de setembro.

De acordo com a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina, os produtos da nova lista de alíquota zero tinham tarifas de importação de até 35%, maior nível tarifário aplicado pelo Brasil para bens industriais. “Com essas alterações, a compra de itens farmacêuticos custará menos as empresas, governo e consumidor final. Auxiliando na contenção e tratamento do COVID-19 no país”, explica.

“Além disso, atualmente diversas companhias aéreas cortaram voos internacionais de passageiros e, portanto, a mercadoria que seria transportada naquele voo de passageiro não tem mais espaço, restando embarcar em voos cargueiros. Como a demanda de transporte de produtos da saúde só aumenta, os fretes tem aumentado consecutiva e diariamente. Portanto essa medida alivia parte dos custos do importador que tem sofrido com aumentos no campo da logística, finaliza Fernando Piza, Key Account do serviço de Pharma & Healthcare na Asia Shipping.

 

 

 


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Comércio global é prejudicado e tem perspectivas ruins após surto de COVID-19

O surto da COVID-19 em diversos países não é apenas uma crise global da saúde, mas afeta também o comércio e a economia global. O impacto é cada vez maior, visto que a doença chega em novas regiões, e será sentido no curto e no longo prazo. Todos os setores da sociedade foram afetados pelo surto – incluindo a comunidade empresarial internacional. A instabilidade cambial e as incertezas quanto à trajetória da economia global criam um ambiente desfavorável para o comércio exterior.

A epidemia do COVID-19 se tornou uma pandemia e as projeções mais pessimistas são de queda no comércio mundial. A queda de produção e paralisação na China, maior fornecedora nas principais cadeias globais, causou grande redução na demanda mundial. E com o avanço do COVID-19, nenhuma nação está imune aos efeitos negativos da crise. No Brasil, foi percebido redução de importação de produtos chineses em alguns setores como tecnologia, peças para veículos, circuitos integrados, entre outros.

As previsões sobre os efeitos e a duração da pandemia do COVID-19 não são consensuais. Com diminuição no número de casos, alguns consideram que a China irá se recuperar no segundo semestre, outros que os efeitos podem levar a uma nova recessão global, já que outros países estão em situação de emergência e em quarentena. No Brasil, as reformas legislativas que prometiam uma recuperação comercial estão em espera e as turbulências políticas afetam a trajetória cambial, com o dólar batendo recordes diariamente. No momento não há sinais positivos no comércio mundial.

Diante de algumas medidas para incentivar a economia perante a crise do Covid-19, a Camex (Câmara de Comércio Exterior) decidiu zerar as alíquotas de 50 produtos de uso médico-hospitalar até o final de 2020. O benefício inclui produtos como álcool em gel, máscaras cirúrgicas e respiratórios de reanimação. A lista, elaborada diante das necessidades atuais do país, abrange produtos que tiveram importações de aproximadamente US$ 1,3 bilhão (R$ 6,65 bilhões) em 2019. Alguns produtos, como luvas médico-hospitalares, eram tributados a alíquotas que chegavam a 35%. A liberação dessas mercadorias pela alfândega para a entrada no país também foi facilitada.

A maior integradora logística da América Latina, Asia Shipping , diante da pandemia do COVID-19, está trabalhando em regime de contingência e parcialmente via home office, porém pronta para o atendimento aos clientes para receber documentações e liberações de cargas, além de monitorar de perto a situação de parceiros como os armadores.  “Nosso objetivo principal é lidar com prudência diante da situação atual, ao mesmo tempo estarmos preparados para possíveis emergências”, afirma a empresa que tomou medidas em todas suas filiais pelo mundo.


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DUIMP: estratégias para implementação e como evitar desperdícios

A nova modalidade de declaração para comércio exterior visa trazer vantagens para o setor, facilitar as ações e evitar desperdícios.

 

DUIMP: o que é?

A Declaração Única de Importação (DUIMP) foi criada com o objetivo de beneficiar mais de 40 mil empresas focadas em importação de produtos no Brasil. A portaria foi estabelecida no dia 26 de setembro de 2018 (Portaria Coana nº 77), pelo Ministério da Fazenda.

Antes da DUIMP, havia outros dois documentos: a Declaração Simplificada de Importação (DSI) e a Declaração de Importação (DI). A Declaração Única de Importação substitui as duas declarações previamente citadas.

A DUIMP reúne todas as informações pertinentes ao processo de execução de comércio exterior, como dados aduaneiros, fiscais, administrativos, financeiros, entre outros.

Com isso, os registros de mercadorias importadas serão realizados antes de chegar ao país. Isso inclui, também, a aquisição de licenças para as devidas operações.

A declaração permite que seja realizada uma padronização nos procedimentos para as transações, o que minimiza as possibilidades de ocorrer desperdícios com as mercadorias.

Antes de os procedimentos se tornarem totalmente digitalizados e centralizados, havia a necessidade de controle aduaneiro para se ter a certeza de que tudo estava em ordem. Com a DUIMP, isso não é mais necessário.

 

Vantagens da DUIMP

Uma das benesses da declaração unificada é a sua flexibilização. Fica mais fácil para o comerciante ter controle de seus registros e de concessão de licenças para importações.

Além disso, não há nenhuma necessidade de preencher papeladas, uma vez que tudo é feito digitalmente e dentro de um único ambiente centralizado, reduzindo a burocracia para quem trabalha com comércio exterior.

A centralização dos processos também se estende às inspeções legais, uma vez que todas as informações serão de fácil acesso aos órgãos reguladores. Dessa forma, há uma real redução nos procedimentos de verificação de remessas por parte dos órgãos responsáveis pelas averiguações físicas.

É possível, ainda, evitar desperdícios e prejuízos com mercadorias, uma vez que a antecipação de despachos pode ser feita e o controle relativo às operações torna-se mais preciso.

O prazo para o recebimento de produtos também é consideravelmente reduzido. O que antes poderia levar em torno de 17 dias agora pode ser executado em até 10 dias.

De acordo com a Asia Shipping, antes da centralização dos processos e ações de importação, o risco de perda de mercadorias era ainda mais alto, pois, conforme mencionado anteriormente, o controle de produtos era realizado in loco pelo controle aduaneiro. “Agora, com todas as mercadorias previamente registradas e licenciadas, passíveis de fiscalização pelos órgãos competentes, tais sinistros tornam-se menos prováveis de acontecer”, afirma a maior integradora logística da América Latina.

 

Artigo veiculado originalmente no Portal Terra

 

 


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Aéreo
Exportação
Importação

Transporte aéreo perde representatividade no comércio exterior brasileiro

O aumento das exportações brasileiras de produtos básicos e a queda na venda de bens industriais tem refletido diretamente na participação do transporte aéreo de cargas no comércio exterior. De acordo com estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o percentual de cargas transportadas por aviões passou de 18,7% em 2000 para 11,1% em 2018. Um valor bem inferior ao dos Estados Unidos, por exemplo, onde esse modal representa 27,5%. Na União Europeia, a representatividade é ainda maior e salta para 33,1%.

Assim como outras reduções, esse não é um bom sinal para a economia brasileira, já que o valor médio de cada quilo exportado pelo modal aéreo é de US$ 9,4, enquanto no marítimo cai para US$ 0,3 e, no rodoviário, US$ 2,2. O impacto ainda é maior quando focado no setor industrial, que mais utiliza o transporte aéreo para envio de produtos de maior valor agregado, e foi o mais afetado com essa queda. A situação pode ainda piorar com o avanço do coronavírus, visto que a população acuada já deixou de lado as viagens aéreas, e as empresas enfrentam dificuldades no comércio em geral e embarque de produtos de maior valor agregado.

No entanto, essa redução no transporte aéreo, não significa que o Brasil não está exportando, mas sim que a preferência atual é por outros modais, como o marítimo, ideal para a locomoção de cargas como commodities e outras de baixo valor agregado, que cresceram na porcentagem de exportação nos últimos anos. O volume também aumentou, o volume exportado em aviões aumentou nos últimos anos, passando de 368 mil toneladas em 2000 para 832 mil toneladas em 2018, porém a representatividade desse número é bem menor. 

Uma solução para reverter a crescente queda, apresentada por especialistas, é a redução de barreiras, a melhoria da infraestrutura, diminuição da burocracia, transparência e a ampliação de acordos internacionais. Empecilhos que bem ajustados podem incentivar um maior investimento em transporte aéreo.  “Investir em acordos comerciais mais vantajosos, de produtos de alto valor agregado, acordo de “céus abertos” para facilitar o trânsito de cargas aéreas, reduzir cargas tributárias e outras ações por parte das autoridades, incentivariam a retomada do transporte aéreo e seria extremamente vantajoso para a economia”, explica a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina.

 


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Comércio exterior: compreender diferenças culturais é essencial para sucesso das negociações

Com a globalização e tecnologia facilitando as negociações de comércio exterior, as empresas de diversos países estão cada vez mais próximas, porém a busca por fornecedores, clientes ou parceiros que garantam segurança e qualidade é bem complicada e pode muitas vezes esbarrar em problemas como um choque cultural.

Existem características muito interessantes e diversas quando o tema é a cultura de um determinado país.  Assuntos como religião, esporte e política podem levar a opiniões, costumes e culturas totalmente diferentes quando vistas em um país do ocidente e em um país do oriente, por exemplo, e são essas diferenças que podem decidir uma negociação internacional e até transformar uma operação logística inteira.

Apesar de o Brasil ser um país com uma tradição de ser bem receptivo, não se deve esperar que os países com quem a empresa irá negociar também tenha tamanha abertura. Na maioria dos casos, são encontradas culturas e tradições muito bem enraizadas nas empresas e pouca receptividade. Além de, em alguns casos, os objetivos da negociação são diferentes, sendo valorizados por algumas competências, relações duradouras, preço competitivos e até mesmo a adaptação cultural. Como o princípio dos negócios internacionais é o respeito e adaptação que uma cultura possui em relação a outra, antes de qualquer negociação, é indicado compreender tradições e o país com o qual sua empresa deseja realizar negociações.

Além das formas de negociação, modais de transporte, formas de pagamento e até mesmo os prazos são influenciados culturalmente ou melhor dizendo, regionalmente, devido a infraestrutura e modal predominante. Outro ponto de extrema importância e que deve ser de conhecimento na hora da negociação é o frete internacional, em alguns países é costume fazer o pagamento apenas após a entrega, em outros esse deve ser antecipado como uma forma de garantia. 

Leis, impedimentos, solicitações especiais e burocracias também podem causar alguns problemas na hora de negociar com países desconhecidos, gerando um efeito cascata em aduanas e complicando toda a operação logística. 

Enfim, a adaptação e respeito às barreiras culturais e regionais são um fator essencial para toda a cadeia logística fluir corretamente. “As empresas envolvidas em comércio exterior precisam ficar atentas a culturas, costumes e tradições dos países em que estão negociando, além disso, podem contar com uma terceirizada na integração logística e evitar certos problemas por desconhecimento de leis e regras locais”, explica a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina.

 

Artigo veiculado originalmente no Portal Terra

 

 

 


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Ampliar corrente total do comércio é a meta do governo brasileiro em 2020

A balança comercial brasileira sofreu uma redução em 2019 e de acordo com o Ministério da Economia, para 2020, o plano principal da pasta não é aumentar esse saldo, e sim investir em ampliar a corrente total do comércio, que é a soma das importações com as exportações. O objetivo é fazer com que esse valor sobre o PIB Nacional gire em torno de 23% e 24%, superando a cifra de US$ 401,34 bilhões em 2019, valor 5,7% menor em relação ao ano anterior.

O foco em ampliar a corrente total do comércio tem como aspiração se aproximar de outros países com economia semelhante à do Brasil, mas que estão bem à frente. No México, o percentual da corrente de comércio sobre o PIB é superior a 70%. Na China, ultrapassa 40%; e no Chile, aos 30%.

Além disso, o Ministério justifica a sua escolha se espelhando em outros países que não tem saldo comercial positivo, como os EUA. De acordo com o Secretário de comércio exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz: “O objetivo fundamental é aumentar o grau de integração da economia brasileira e com isso contribuir para o aumento da nossa produtividade, com o crescimento de longo prazo, geração de emprego e renda”.

Mas apesar de um resultado ruim na balança comercial brasileira em 2019, o ano passado não foi completamente ruim para o país em relação a comércio exterior, ao contrário na verdade, após diversos acordos comerciais (Mercosul com a União Europeia e com a Associação Europeia de Livre Comércio (Efta, bloco que reúne Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein), o Brasil tem como se melhor posicionar no comércio global e atingir melhores cifras.

E ainda mais, estão em estágio avançado as negociações para um acordo de livre comércio com o Canadá, Coreia do Sul e Cingapura, se este forem assinados em 2020 também ajudarão o Brasil a atingir as suas metas comerciais.

“Independentemente de qual seja a meta do governo, é importante que as empresas, associações e pessoas envolvidas com o comércio exterior vejam as oportunidades disponíveis para esse ano e auxiliem no crescimento do mercado brasileiro. Aqui na Asia Shipping, 2020 é um ano de crescimento e renovação, não somente pelas oportunidades do mercado, mas pela nossa visão interna que podemos ir muito mais longe”, AS, maior integradora logística da América Latina.

 

Artigo publicado originalmente no Mundo do Marketing


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Empresas: por que 2020 é um ano favorável para exportação?

A exportação é uma das atividades de comércio exterior que ajudam no desenvolvimento da economia do país. Para que isso ocorra de maneira íntegra e regulamentada, é necessário que as empresas estejam atentas à legislação, bem como aos cuidados que se deve ter nesse tipo de atividade. Para orientar essa normatização, a maior integradora logística da América Latina, Asia Shipping , traz algumas orientações sobre a tributação exigida, para que as empresas possam definir sua melhor estratégia de negócios. 

Para quem ainda não trabalha com exportação, o movimento da economia é bastante encorajador. O acordo firmado entre o Mercosul e a União Europeia em meados de julho do ano passado, conforme divulgado pela Veja, prevê que 92% das exportações do bloco sul-americano (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) para os 28 países-membros do bloco europeu sejam isentadas de impostos em um período de dez anos.“Incentivos como esses despertam grande interesse dos empresários, mas que precisam estar cientes do imposto cobrado, para assim avaliar a viabilidade da operação”, ressalta a AS, que afirma ainda incentivar empresas a realizarem sempre suas atividades de maneira segura e regulamentada.

Seja para quem já atuava neste mercado ou para quem quer expandir sua área de atuação, é necessário entender como a tributação é implicada sobre essa atividade. “A exportação é uma atividade extremamente estratégica para a economia do Brasil e por isso, existem muitos incentivos”, conta. Isso faz com que quatro tributos sejam isentos, sendo eles:

IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados; 

ICMS – Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços; 

PIS/PASEP – Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público;

COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social.

O imposto de exportação, cobrado sobre o produto, é pago no ato do despacho da mercadoria para outro país. A competência desse tributo é Federal, esfera que o regulamenta sem intervenção estadual e municipal. “Vale ressaltar que se trata de um tributo cobrado na exportação de produtos previstos em lei, sendo os demais isentos”, reforça a AS. Castanha de caju com casca e cigarros contendo fumo (tabaco) são alguns exemplos. 

De acordo com o Jornal Contábil, para calcular o imposto de exportação, é preciso ter como referência o preço normal do produto no mercado internacional, em condições de livre concorrência, e aplicar o percentual da alíquota, referente a esse produto, sobre esse preço. A determinação do percentual da alíquota é feita pelo Governo Federal e atualmente, como regra geral, corresponde a 30% do valor do produto. Esse percentual seria a alíquota base para o cálculo do imposto de exportação.  

“Entender como funciona o imposto de exportação, bem como os incentivos, é extremamente importante para que se estabeleça uma estratégia de exportação com a devida estrutura. Isso certamente trará sucesso para a operação e para a ascensão da economia”, finaliza a AS. 

 

 


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Contract Logistics

Terceirização logística é ideal para reduzir custos e otimizar processos

A terceirização de serviços, não apenas os logísticos, é um tema amplamente discutido por empresas que desejam reduzir custos, facilitar o dia a dia, otimizar tempo e outros benefícios. Quando bem planejada e executada, essa transição e terceirização de serviços auxilia bastante as empresas, que vivem atualmente em um cenário onde os custos aumentam diariamente e o mercado está cada vez mais acirrado.

Uma questão estratégica, a terceirização logística oferta diversas vantagens às empresas que a utilizam de maneira correta, porém grandes prejuízos quando usada de maneira incorreta ou por fins errôneos. Entre os principais motivadores para a terceirização logística estão a redução de custos, o aumento da eficiência operacional e a redução dos investimentos em ativos, porém o objetivo principal desta transformação deve ser mais estratégico, não é apenas contratar serviços, mas sim soluções que irão beneficiar o negócio em diversos aspectos.

A logística, exceto para organizações que atuam no segmento, não é a atividade fim de diversas indústrias, prestadores de serviços e varejo em geral, terceirizar esses serviços possibilita que essas organizações foquem seus esforços no negócio chave. Eliminando obrigações como recrutamento e treinamento de pessoal, aquisição e manutenção dos ativos e sistemas, e a gestão de todas essas atividades.

A terceirização de logística atua de modo a auxiliar no planejamento das melhores estratégias para entrega da mercadoria, controlar o estoque, armazenar e entregar dentro do prazo o produto de modo seguro. Porém estes não são os únicos benefícios que essa mudança oferece para as empresas e os consumidores. Entre os benefícios da terceirização logística, estão: 

 

Otimização de processos

A terceirização da logística garante às organizações: um transporte eficiente, rápido, de acordo com as necessidades e exigências do setor e sem custos muito elevados.

 

Conhecimento logístico

Ao apostar na terceirização logística, a empresa entrega a operação nas mãos de uma empresa com know-how, permitindo a correção de falhas em processos e outras questões de logística. 

 

Tecnologias

Empresas que fazem terceirização logística estão sempre atualizadas com as tecnologias mais avançadas e com a infraestrutura mais adequada do mercado. 

 

Custos

Com a terceirização logística, os custos fixos se tornam variáveis, ou seja, a empresa só irá ter gastos e investimentos no transporte, quando vender e tiver entregas para realizar, além destes serem de acordo com o volume necessário. 

De acordo com a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina, as vantagens oferecidas acima permitem que as empresas se preocupem com fatores decisivos e estratégicos mais ligados ao core business como o relacionamento com o cliente. “Com toda logística organizada, os gestores podem se preocupar com outras questões, e a união entre todos esses fatores garantirão a vantagem competitiva no mercado”, explica.

 

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Brasil

Com projeto de inovação, Porto de Santos agilizará entrada e saída de cargas

O maior porto da América Latina, não para de inovar! O Porto de Santos, no litoral de São Paulo, será o primeiro no Brasil a implantar o sistema tecnológico de integração de dados do comércio marítimo chamado Port Community Systems (PCS). O projeto, que também está sendo implantado em portos da Índia, da Argentina e do Chile, é capaz de integrar sistemas e informações já existentes, acelerando processos. Com isso, o complexo portuário visa garantir a liberação de cargas de importação em dois dias e agilizar exportações em apenas um dia. 

Com a integração de sistemas, serão eliminados retrabalho e duplicação de formulários, o que além de tempo reduzirá o custo de das exportações e importações. De acordo com a Santos Port Authority, antiga Codesp, a base de dados será desenvolvida com uma programação moderna e integrável por webservices, com os sistemas das demais autoridades e desenvolvimento de uma Application Programming Interface para integrar com sistemas dos clientes, o que facilitará também o comércio exterior para pequenas e médias empresas, aumentando ainda mais o espectro de benefícios dessa implementação que também deve favorecer a criação de novas vagas de emprego na região. 

Financiado pelo Prosperity Fund, um fundo de cooperação do Governo do Reino Unido para países em desenvolvimento, o projeto tem um aporte de 17 milhões de libras, o equivalente a quase R$ 100 milhões. A implementação desse projeto será liderada pela consultoria Palladium UK, e com participação da Aliança Procomex, EY Brasil e da Universidade de São Paulo (USP).  Segundo os líderes do projeto, o desenvolvimento da tecnologia representa 20% do processo. Os outros 80% serão utilizados para a definição de problemas e mapeamento dos procedimentos já utilizados.  

Como maior e mais importante porto do país, o porto de Santos é sempre protagonista nas inovações, porém a modernização não para por aí. A Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, ligada ao Ministério da Infraestrutura, está dando suporte ao projeto e planeja implementá-lo também nos portos do Rio de Janeiro (RJ), Suape (PE) e Paranaguá (PR). 

“A tecnologia e modernização é vista em todos os setores, nos portos não poderia ser diferente. Com mais agilidade e redução de custos, exportadores, importadores, integradores, todas as empresas serão beneficiadas. Começar o projeto pelo porto de Santos é uma ideia corajosa e que levará o nosso país a outro patamar no comércio exterior” explica a Asia Shipping, maior integradora logística da América Latina.


 


		
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Ano novo chinês: 2020 é o ano do Rato e chineses esperam por renovação

O ano novo chinês, a festividade mais importante para os chineses, foi comemorado há poucos dias.. Também conhecido como o Ano Novo Lunar Chinês porque a sua data é determinada pelo calendário lunar, a data oficial este ano caiu no dia 25 de janeiro, porém a celebração dura 15 dias, durante os quais são seguidos inúmeros rituais e tradições.

2020 é o ano do rato, um período para se abrir à renovação de acordo com o calendário chinês. Além da esperança e o novo olhar para o futuro trazido por cada ano que termina/se inicia, de acordo com a análise da Astrologia Chinesa, este é o fim de um ciclo de 12 anos estabelecido pela passagem de diferentes energias dadas pela sequência de trânsito anual dos 12 signos representados pelos 12 animais, que sempre se inicia com o Rato e termina com o Javali (Porco).

 

Tradições

Assim como em todo tipo de festividade há tradições no Ano Novo Chinês. A cor vermelha, por ser yang e vibrante, é a predominante durante as comemorações do Ano Novo. Além disso, significa transformação, é comum também que as mulheres comprem vestidos novos dessa cor para atrair sorte e amor durante o ano que está começando. Outras cores como roxo e dourado também são utilizadas por atrair boas vibrações, riqueza e prosperidade. 

Durante os 15 dias de comemoração, as pessoas acendem lanternas vermelhas e penduram-nas diante da porta principal com o propósito de afastar o azar e vibrações negativas. Na véspera do Ano Novo, os chineses limpam e arrumam a casa, cortam o cabelo, fecham as contas, presenteiam os deuses que protegem a casa, preparam as roupas, organizam a empresa e o comércio. Além de se reunirem para saborear a última refeição do ano com a família, e é claro, o banquete é repleto de pratos e alimentos auspiciosos que atraem todo tipo de sorte, riqueza e felicidade.

No primeiro dia do ano é comum as crianças e os solteiros da casa serem presenteados pela matriarca da casa (avó ou bisavó) com um envelope vermelho com dinheiro. Este envelope é oferecido com propósitos auspiciosos. Os chineses têm também a tradição de escrever os seus desejos com tinta preta em tiras de papel vermelho e pendurá-los na porta de entrada. Para os chineses, o preto representa a água e a sabedoria; o vermelho representa o fogo e o sucesso.

Assim como os chineses e outros povos que seguem essa tradição, a Asia Shipping enxerga 2020 como um ano de renovações em diversos aspectos após o sucesso que a empresa obteve em 2019 com sua expansão global, certificações, participação em feiras internacionais e organização do maior evento de logística do Brasil. “2020 será um ano maravilhoso para a AS, manteremos a nossa base que nos deu tanto orgulho em 2019, mas não deixaremos de lado a inovação e o crescimento, assim como prometido pelo ano do rato”, explica a maior integradora logística da América Latina.

 

Matéria veiculada originalmente no Portal Terra