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Aumento da Siscomex é considerado irregular pelo STF, peça restituição

Em 2011, através da Portaria 257 o Ministério da Fazenda reajustou a Taxa de Utilização do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) em praticamente 500%, o que desagradou a maioria das contribuintes. A taxa Siscomex foi criada pela lei nº 9.716 em 1998 com o objetivo de cobrir os custos do sistema, inicialmente as taxas eram de R$ 30,00 por Declaração de Importação (DI) e de R$ 10,00 para cada adição de mercadorias. De acordo com a legislação, o Ministro da Fazenda pode fazer anualmente o reajuste da taxa para arcar com a variação dos custos e dos investimentos no sistema, porém em 2011, o aumento de R$ 30,00 para R$ 185 da Declaração de Importação e de R$ 10,00 para R$ 29,50 de cada adição de mercadorias à Declaração de Importação causou revolta.

Desde o aumento considerado abusivo, as empresas que se consideram prejudicadas pelas alterações recorreram à justiça para reverter o aumento. Em março deste ano, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a inconstitucionalidade da Portaria do Ministério da Fazenda nº 257/11, que reajustou a taxa. A decisão por unanimidade apoia o relator, ministro Dias Toffoli, que argumentou que a atualização não poderia ter sido superior aos índices oficiais. O ministro Edson Fachin também argumento que é necessário criar padrões de reajuste independentemente da inflação.

 

 

Enquanto os contribuintes alegam que a atualização dos valores da taxa do Siscomex foi excessiva. O Ministério da Fazenda insiste que o reajuste ocorreu com base na lei e teve como justificativa o aumento real dos custos de manutenção, melhoria e expansão do sistema da receita, necessário ao atendimento do Siscomex, cujas receitas não mais cobriam as despesas com custos de operação e investimento. Assim, os ministros Herman Benjamin, relator do caso, Francisco Falcão e Assusete Magalhães votaram pela devolução dos autos ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região para que sejam analisados os custos de operação e de modernização do Siscomex. Se comprovado que o reajuste não obedeceu a esses critérios, é correta a decisão que considerou ilegal o aumento na taxa.

Para as empresas que desejam recuperar o valor gastos com taxas do Siscomex é recomendado que seja verificado e somado os valores pagos indevidamente, após isso deve ser feita a avaliação do modelo a ser adotado para recuperação dos valores, podendo optar por restituição, ressarcimento ou compensação com outros tributos federais. Para evitar problemas, é indicado que as empresas busquem pelo auxílio de uma consultoria fiscal, tributária e jurídica, pois assim a chance de obter um bom retorno diante desse benefício é grande.

Mercado
Mundo

Paraguai: um país de oportunidades para empresários e empreendedores

A burocracia e os altos encargos brasileiros têm levado os empresários e empreendedores do país a investirem no Paraguai. Nos últimos cinco anos, os brasileiros abriram sete de cada 10 indústrias no país vizinho. De acordo com a embaixada brasileira em Assunção, o total de empresas que pediram informação sobre o processo de transferência para o Paraguai cresceu 64% em 2017. Foram 445 consultas no ano passado, contra 272 em 2016. Este aumento de interesse é em grande parte incentivado pelos benefícios da “Lei Maquila”, que garante isenção dos impostos e taxas de importação para quem produzir no Paraguai e exportar seus produtos.

Além do incentivo da “Lei da Maquila”, outras premissas chamam a atenção dos empreendedores e empresários, como:

  1. País com necessidade de empregabilidade (oferta de mão de obra);
  2. Interessado na industrialização;
  3. Fatores de produção com custos reduzidos comparados ao brasileiro;
  4. Único país do bloco Mercosul reconhecido como subdesenvolvido (países importadores não pagam o imposto sobre a importação);
  5. Governo progressista, com visão empresarial.

 

 

Nos últimos dez anos, o Paraguai cresceu mais de 5% ao ano, a inflação média do período não chegou a 4% e a taxa de desemprego permaneceu em torno de 6%. Em todos esses indicadores, o Brasil perde para o país vizinho. Com a crise brasileira, a lucratividade das empresas brasileiras caiu bastante e elas passaram a ter problemas de caixa, de vendas e a transferência para o Paraguai se tornou questão de sobrevivência do negócio.

Outro benefício encontrado pelas empresas que migram para o Paraguai é o sistema tributário bastante simplificado. Nas cargas trabalhistas e previdenciária, a empresa paga ao governo 16,5% e o empregado, 9%. Além de o Paraguai ser um dos países com menor carga tributária do mundo, a produtividade média de um trabalhador paraguaio é 30% maior do que a de um brasileiro. Há também uma grande diferença entre os direitos trabalhistas em cada país. A jornada de trabalho, por exemplo, no Paraguai é de 48 horas semanais contra apenas 44 horas no Brasil. O trabalhador paraguaio só tem direito há 30 dias de férias por ano, a partir do décimo ano de trabalho na mesma empresa, até o quinto ano, são apenas 12 dias de descanso, por exemplo.

As empresas que se enquadram na “Lei da Maquila” tiveram um grande aumento no número de exportação nos últimos anos, um crescimento de US$ 134,5 milhões em 2013 para US$ 369,5 milhões em 2017, segundo levantamento do Ministério da Indústria do Paraguai. Dessas empresas conhecidas como maquiladoras paraguaias, 69% têm origem brasileira, 17% são paraguaias e 8% argentinas. Resultado que comprova que os empresários brasileiros, entre todos os da América do Sul, são os mais dispostos a investir no Paraguai.

De acordo com Alexandro Ferreira, Gestor de Fiscal and Tax Intelligence da Asia Shipping, essas são algumas justificativas que levam o Paraguai receber anualmente diversas empresas nacionais. “O baixo custo com os fatores de produção, a desoneração na importação somado aos benefícios do regime de maquila e da zona franca global, oferecem às empresas um fator de extrema competitividade estratégica o que torna o Paraguai uma possibilidade de plataforma para exportação”, explica.

Exporta matéria-prima para o Paraguai ou importa produtos paraguaios para o Brasil? Conte com a Asia Shipping para fazer a logística da sua empresa!

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Brasil

THC na base de cálculo dos impostos sobre a importação, você sabia?

 

O chamado “THC” declarado no H/BL-house bill of lading, além de ser um serviço pago pelo importador, integra com o seu valor a base de cálculo dos tributos que incidem sobre a importação. Quer entender mais sobre esse custo?

O THC (Terminal Handling Charges) é custo do serviço de movimentação de unidades de carga prestado pelo operador portuário ao armador, que posteriormente efetua cobrança, a título de reembolso de despesas, dos consignatários. Esta despesa ocorre tanto na exportação quanto na importação, em cada porto em que o container é movimentado. Esse valor é cobrado indiretamente desde quando deixou de ser capatazia, taxa que era recolhida direto do comerciante, e foi transformada na taxa internacional: THC. Isto acontece já que o cliente do terminal portuário não é mais o embarcador ou consignatário, mas o armador. E destes são cobradas às despesas de permanência e movimentação da carga, enfim, todos os serviços prestados pelo operador portuário a ele em seu terminal, antes do embarque e após o desembarque. Simplificando, o THC é a transferência ao dono da carga, do valor que foi cobrado dos armadores pelo terminal portuário pelos seus serviços.

 

 

Além da cobrança desta taxa, existe também a chamada THC2, justificada como a segregação e entrega do container a um Terminal Retroportuário ou Porto Seco, onde ocorrerá o despacho da mercadoria, a parte legal da importação. Com esta cobrança, o consignatário da mercadoria, passa a pagar a THC duas vezes no porto de importação da mercadoria. Uma pela sua movimentação no terminal portuário e uma pela retirada do container de importação. Os consignatários costumam protestar contra a cobrança desta taxa, vista como duplicidade e injustificada, já que esta movimentação da carga no terminal e sua colocação a bordo do veículo terrestre para saída do terminal portuário, já está embutida na THC cobrada do armador

Mas alto lá!

“Já está pacificado nos tribunais que este valor não deve compor a base de cálculo dos tributos incidentes sobre a importação. Assim, a sua empresa pode rever seus últimos 05 anos, apurando os valores recolhidos à mais e os restituir”, explica Alexandro Ferreira, Gestor de Fiscal and Tax Intelligence na Asia Shipping.

Quer saber mais sobre este assunto? Entre em contato com a Asia Shipping!

 

Nossas Dicas

Confira ferramentas online úteis para quem importa ou exporta

 

Trabalhar com comércio exterior não é uma tarefa fácil, o conhecimento necessário para exercer essa profissão é grande. Porém, os profissionais não são robôs que decoram diversas informações ou conseguem calcular distâncias, converter medidas e apontar todas as regras de importação e exportação sem ajuda de ferramentas ou aplicativos. Um desafio encontrado por estes profissionais é encontrar todas as ferramentas que precisam no dia a dia e foi por isso, que a Asia Shipping reuniu em seu site diversas delas. Já pensou como seu trabalho seria mais fácil com todas as ferramentas que precisa em um só lugar? Confira quais você pode encontrar em nosso site e suas funções!

 

Aeroportos Nacionais e Internacionais

Vai exportar ou importar pelo modal aéreo e não lembra ou não sabe quais os aeroportos disponíveis na região? Com as listas elaboradas por nós, além de saber qual o aeroporto mais adequado, você consegue saber qual a distância do centro da cidade de destino.

 

Conversores

Converter metros em centímetros é fácil, mas e na hora de converter litros em onças fluídas? A tarefa ficou um pouco mais difícil né? Com a nossa ferramenta de conversão não é preciso decorar diversas medidas, basta inserir o que precisa e rapidamente o resultado aparecerá na tela.

 

Dicionário Comércio Exterior

Decorar todos os termos envolvidos nas negociações leva tempo e exige uma boa memória. Pintou alguma dúvida? Confira em nosso Dicionário Comércio Exterior, os principais termos utilizados no setor e não erre.

 

Especificação de containers e pallets

Nem todo container ou pallet é igual, são diversos tamanhos e especificações. Com as tabelas de medidas, você encontrará qual o pallet e container ideal para a importação ou exportação que precisa fazer.

 

Horas no Mundo

O fuso horário mundial é complicado de entender e nem sempre possível de decorar a diferença de horário com os outros países. Ligar para um cliente ou fornecedor fora do horário pode causar constrangimentos e problemas para sua empresa. Evite situações embaraçosas, confira o horário correto em nossa ferramenta.

 

VGM Online

Conforme as normas da Organização Marítima Internacional (IMO – International Maritime Organization) é necessário que seja verificado a massa bruta do container estufado antes do embarque no navio. Nossos clientes podem fazer essa declaração online, poupando tempo e ganhando agilidade.

 

Quer usar as nossas ferramentas? Visite nosso site e encontre muito mais como Termos Internacionais de Comércio, procedimentos de liberação, países e portos. Otimize o seu trabalho com a Asia Shipping!

 

 

Desembaraço Aduaneiro

Despachante aduaneiro: Você conhece esta atividade?

 

A profissão de despachante aduaneiro é sempre cercada de debates, a maioria deles sobre honorários, pouco se fala sobre a função deste importante colaborador do comércio exterior brasileiro. Para deixar clara a importância deste profissional, neste artigo iremos abordar três aspectos fundamentais da profissão de despachante aduaneiro: sua atuação por delegação pública, sua função pública e como trabalhador autônomo.

 

Delegação pública – Para se tornar despachante aduaneiro, o interessado deve cumprir as normas estipuladas pela Receita Federal do Brasil (RFB). Uma vez realizadas as exigências, o titular da unidade da RFB com jurisdição sobre a região expedirá o Ato Declaratório Executivo que será publicado em Diário Oficial da União, incluindo o interessado no registro de despachantes aduaneiros. Neste caso, o despachante aduaneiro irá atuar por delegação pública.

 

Função pública – Por tal delegação e conforme a doutrina e a jurisprudência vigente, os despachantes aduaneiros exercem função pública, de interesse público.

 

Trabalhador autônomo – Conforme a legislação vigente, o despachante aduaneiro integra a categoria de profissional autônomo, o que invoca a necessidade de autonomia para condução e suas atividades ou seja, não se submetendo a qualquer relação de subordinação ou mesmo de hierarquia, características típicas de uma relação trabalhista.

 

Despachante e Comissária – Despachante aduaneiro é o profissional devidamente inscrito no registro de despachantes pela Receita Federal, portanto pessoa física, legalmente reconhecida para atuar nos processos de despachos aduaneiros, como representante legal do importador/exportador. Já a comissária de despachos é empresa de prestação de serviços de assessoria e/ou de consultoria em comércio exterior. São instituições distintas que originam relações distintas. Ao contratar uma comissária de despachos, o importador/exportador, gera, necessariamente duas relações contratuais, por tanto duas relações que repercutirão do mundo jurídico, por tanto, o contratante deve observar a legislação vigente, no que diz respeito as obrigações principais e acessórias, devidas e geradas por estas duas relações.

 

Honorários do profissional autônomo, despachante aduaneiro – Os honorários desta categoria de despachante aduaneiro podem ser pagos de duas formas: via sindicato que representa o profissional ou mediante RPA (Recibo de Pagamento a Autônomo), respeitado direito de livre sindicalização. Assim, as empresas contratantes, sejam elas importadoras ou exportadoras, são as responsáveis pela retenção do imposto de renda, tema este já pacificado pela jurisprudência.

 

Compreender estes conceitos e estruturas fundamentais da profissão de despachante aduaneiro é necessário para as empresas que realizem a importação ou exportação, afinal, em grande parte, outorgam poderes de representação para este profissional mediante procuração. É exatamente por esta condição, de representação, que na hora de escolher o despachante aduaneiro, a empresa deve valorizar seu conhecimento, experiência e histórico profissional, visto que serão eles, os responsáveis direto pelo bom andamento de seus processos, pelo respeito da aduana por sua empresa e por ouvirem com atenção suas interpelações. Ao falar de despacho aduaneiro de mercadorias, o preço dos serviços precisa ser secundário, foque no valor agregado e na competência, assim o “custo” torna-se investimento.

 

“O Despachante aduaneiro é mais um trabalhador incansável como todo brasileiro. Mesmo diante do desafio diário de enfrentar com competência toda a burocracia comum ao comércio exterior, tem por atribuição adicional administrar com cautela os severos prazos sujeitando-se a arbitrariedade e até ao humor controverso dos agentes. Mesmo assim, não desiste, se mantém firme, obediente ao cumprimento da legislação aos bons costumes e aos princípios éticos e morais. Este profissional jamais se abate e por isso é que o despachante aduaneiro é condenado sempre ao otimismo”, declara Alexandro Alves Ferreira da Asia Shipping e autor desta homenagem.

 

Nossas Dicas

Comércio exterior inspira colaboradores através de suas experiências

 

Trabalhar com comércio exterior é um desafio, exige constantes atualizações, ficar antenado no mercado, conhecer regras e culturas de diferentes países, um conhecimento abrangente, enfim, não é uma tarefa fácil. Porém é uma área que proporciona experiências incríveis e foi uma dessas experiências que a nossa colaboradora Kivia Fernanda Jawsnicker de Oliveira compartilhou conosco. Confira logo abaixo o relato dela e assim como nós se encante com o incrível mundo do Comércio Exterior!

 

 

“Conteúdo verdadeiro & histórias inspiradoras”

“Eu trabalho com Comércio Exterior há anos, conheço o mercado, entendo das flutuações de frete e demanda, analiso cenários e estudo melhorias.

Adoro o que faço! É um mundo totalmente dinâmico, com tantas situações diferentes que te impede de entrar num comodismo. Você não para. Você não pode parar. Não pode parar de estudar, de conhecer, de conversar com pessoas e empresas diferentes, de entender as novas demandas que surgem diariamente e as peculiaridades de cada setor. Você não pode parar de trazer novas soluções, de otimizar processos e de ajudar não só as empresas, como também as pessoas.

Esse “mundo” engloba tantos aspectos e é tão complexo que foco boa parte das minhas energias aí. Mas hoje tive a oportunidade de ouvir um pouco sobre inovação. Não focado em Comércio Exterior, mas focado em inovação do pensamento, de ideias, de atitudes, de posturas. E sabe o que foi mais interessante? Que mesmo não sendo nenhum pouco direcionado à minha área de trabalho, me trouxe uma inspiração exatamente para isso!

Às vezes nós buscamos conhecimentos nos lugares mais óbvios, naquele MBA de Negócios, em um Congresso de Logística e deixamos passar oportunidades pelo simples fato de serem diferentes.

E você? Qual oportunidade vai abraçar hoje? ”

 

 

 

Mercado

Asia Shipping começa a emitir Conhecimento de Transporte Rodoviário (CTR)

 

A Asia Shipping acaba de obter autorização para emitir o Conhecimento de Transporte Rodoviário (CTR) das cargas movimentadas sob sua responsabilidade. Isso quer dizer que os clientes Asia, além de terem maior segurança por negociar diretamente com a empresa, também poderão fazer os pagamentos sem intermediários. Já as transportadoras têm a garantia total de recebimento. Em fase de adaptação, a novidade está sendo oferecida conforme a entrada de novos clientes e a renovação de contratos.

Anteriormente, as transportadoras subcontratadas pela Asia Shipping atendiam diretamente o cliente, que recebia um documento fiscal sem o timbre da AS, apenas constando o seu nome no campo de observação.  “Com a Asia Shipping emitindo o CTR, o cliente receberá o documento fiscal com a marca da empresa, aumentando a garantia de entrega e ampliando a confiabilidade do produto Rodoviário. Isso permitirá atender exigências de grandes BIDS”, explica Roberta Fontes, gerente de Contratos Logísticos da AS Terminais.

O Conhecimento de Transporte Rodoviário é um documento fiscal emitido pela transportadora para proteger legalmente as mercadorias entre a origem e o destino da carga, e também tem função de nota fiscal, sendo utilizado para contabilizar as receitas e efetivar o faturamento logístico.

“Emitir o CTR é uma conquista para a Asia Shipping, pois passamos a ter licenças específicas para carregamento junto a órgãos oficiais como ANTT, SUSEP, IBAMA, entre outros, além de importantes certificações como OEA E ISO, além, é claro, de facilitar a vida dos nossos clientes”, explica.

Quer saber mais? Entre em contato conosco!

 

 

Serviços

Consolidação de cargas é opção para exportar pequenos volumes

 

Quer exportar, mas os seus produtos não encheriam um contêiner? Você sabia que isso não é um impedimento, não é mesmo? Independentemente do tamanho da sua carga, há uma solução adequada para a exportação. No caso de volumes pequenos, a consolidação de carga é o caminho mais viável para conseguir preços adequados para a negociação no mercado internacional. As cargas consolidadas são nada mais que combinação de volumes e produtos remetidos por diferentes clientes, que possuam mesmas condições de entrega e rota a ser percorrida. Esta é uma opção vantajosa e viável para empresas que desejam operar na modalidade marítima, porém possuem carga insuficiente para completar um contêiner.

A facilidade do manuseio é um dos maiores benefícios da consolidação de cargas. Com todos os lotes padronizados e unificados, o controle e movimentação dos produtos acontece de forma simples e descomplicada. Além disso, com um único volume é possível realizar o carregamento e descarregamento facilmente com uma máquina ou com número reduzido de colaboradores, o que permite aos operadores logísticos reduzir horas pagas a funcionários, despesas contábeis e burocráticas e ganhar em produtividade. Com a consolidação de cargas, todo o processo se torna padronizado e ágil.

 

 

A consolidação de cargas também permite melhor aproveitamento do espaço, visto que todos os produtos serão dispostos em um conjunto com tamanho e peso especificamente projetados para corresponder aos espaços de carga em caminhões, vagões, aviões e contêineres. Otimização de espaço é um fator primordial para uma logística bem realizada. Além de que, com conjuntos parecidos, as empresas extinguem a necessidade de maquinário específico e reduz a necessidade de planejamento de layout da carga, facilitando o processo de carregamento.

E por último, uma vantagem que agrada qualquer empresa: redução de custos. Facilidade de manuseio, melhor aproveitamento de espaço e todas as outras vantagens da consolidação de cargas, permite que sejam reduzidos os gastos durante a exportação de produtos. Ainda que exija alguns cuidados e estratégias distintas durante a análise da mercadoria, a consolidação da carga a ser transportada exige menos recursos e facilita a organização. Até mesmo no modal aéreo, quanto maior o peso consolidado, menor o valor a ser pago por unidade de peso ou massa, gerando economia para as empresas.

Quer exportar um volume pequeno? Entre em contato com a Asia Shipping e consulte-nos sobre o serviço de carga consolidada, não perca a chance de entrar no mercado internacional!

 

Nossas Dicas
Importação

Quer importar? Confira 5 desafios da importação e como enfrentá-los

 

Investir em um novo negócio, ou se arriscar em novos mercados significa enfrentar diversos desafios, a importação não é exceção. Muitas empresas desistem de explorar essa possibilidade por medo do que irá enfrentar e acabam assim perdendo as diversas oportunidades oferecidas em mercados internacionais, porém essa realidade tem mudado. De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), 10.107 novas empresas importaram em 2017, esse total significa que 23% dos importadores estavam começando ou reativando suas operações de comércio exterior. O crescimento de empresas importadoras deve ser encarado como uma oportunidade para quem ainda não começou a explorar essa modalidade.

Quer investir, mas ainda tem dúvidas do que vai encontrar? Confira 5 desafios listados pela Asia Shipping e esteja pronto para encarar o mercado internacional.

 

Prazos

É um fato que o tempo de análise e liberação de alguns órgãos causa problemas com atrasos para as empresas importadoras. Sabendo disso, é fundamental que as empresas planejem as suas operações já levando em conta esse adicional de morosidade. Assim, serão evitados atrasos, transtornos e imprevistos.

Câmbio

A variação do câmbio amedronta os importadores, visto que sempre há a incerteza de quanto será o custo final dos produtos. Nos casos que a importação ocorre pela qualidade do produto em outros países, esse valor não é tão preocupante, mas nos casos que as empresas estão em busca de baixo preço, a alta do dólar, por exemplo, pode causar prejuízos e afetar diretamente os custos. É indicado que seja calculado o valor da importação já com uma margem de erro, para em casos de alta, esse valor possa ser absorvido sem danos à empresa. Em caso de queda no câmbio, os importadores saem no lucro.

Impostos

Altos impactos tributários afetam diretamente os custos dos produtos importados, mas não somente eles, são diversos gastos que precisam ser incluídos no valor de importação. É essencial que as empresas façam uma planilha de custos, que inclua importâncias como o frete Internacional, seguro, Imposto de Importação, PIS/Pasep, Cofins, taxas portuárias, taxas de armazenagem, ICMS, despachante aduaneiro, etc.

Burocracia

Etapas repetitivas, diversos processos, órgãos reguladores diferentes, demora de análise, entre outros, são as principais reclamações de quem importa. Além de lidar com todas as documentações e regulamentações brasileiras, as empresas importadoras também precisam atender e interpretar as normas de outros países.

Parceiros e fornecedores

Para as empresas que começam a se arriscar na importação, encontrar parceiros e fornecedores confiáveis e com produtos adequados a sua necessidade é um grande desafio. Infelizmente, são comuns os casos de surpresas desagradáveis com matérias primas ou produtos adquiridos com fornecedores desconhecidos.  Antes de fechar qualquer negócio, verifique a qualidade do processo de produção e a capacidade produtiva do fornecedor.

Para começar a importar e enfrentar esses desafios sem entraves, é indicado o suporte de profissionais experientes no comércio exterior. A Asia Shipping oferece aos seus clientes diversos serviços que se encaixam perfeitamente na necessidade de cada empresa, evitando problemas e garantindo o sucesso da importação. Visite nosso site, veja os serviços disponíveis e entre em contato.

Nossas Dicas
Financeiro

Como a taxa de câmbio influencia no comércio exterior? Saiba mais

 

Diariamente ouvimos notícias sobre a variação cambial do dólar, mas você sabe o porquê de o valor da moeda americana ser alterado todos os dias e o que realmente significa a taxa de câmbio? A taxa de câmbio é a relação de valor entre moedas, o preço de uma moeda estrangeira de acordo com a moeda nacional. São diversos os fatores que influenciam este custo, a maioria deles relacionados ao mercado e que fogem do poder do governo. Assim, a taxa de câmbio têm seu valor alterado de acordo com as movimentações do mercado, o dólar recebe maior atenção por ser a principal moeda internacional.

Entre fevereiro de 2017 a março deste ano, o Banco Central calcula que o real teve desvalorização de cerca de 15% em relação às outras moedas, já descontada a inflação. E no último mês, a depreciação se intensificou chegando a marca de 17%. A desvalorização do real prejudica a economia brasileira, já que há o aumento do custo das empresas, uma vez que encarece as importações de máquinas e equipamentos, além do impacto negativo sobre as expectativas de consumidores e empresários.

 

 

A variação da taxa de câmbio, também conhecida como flutuação cambial, influencia diretamente no lucro das empresas brasileiras que atuam no mercado exterior. Isso porque sem um planejamento estratégico, que leva em consideração oscilações nos valores das moedas e das taxas de compra e venda dos produtos, é impossível prever quais serão os custos reais no momento das transações financeiras.

Para as empresas importadoras, as negociações são mais favoráveis quando o dólar está em baixa, pois essa redução permite que os produtos cheguem ao país com preço menor e as empresas tenham maior margem de lucro na revenda. Porém, para as empresas exportadoras, a alta do dólar oferece maiores benefícios, pois o pagamento dos produtos comercializados será feito com uma moeda valorizada. Além da vantagem de oferecer aos compradores internacionais mercadorias por um preço reduzido.

É uma empresa importadora ou exportadora e quer ter redução de custos e mais lucros nas relações internacionais? A Asia Shipping pode te ajudar com um transporte de qualidade, preço justo e segurança.